Entrevista com Leonardo Pinho, Trainee JBS

Confiram a nossa entrevista com Leonardo Pinho, que contou tudo sobre a sua experiência como trainee na JBS, que inclui um job internacional e uma temporada pacata em uma cidade de 15 mil habitantes!

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Olá, pessoal!

JBS é a líder mundial em proteína animal e a maior empresa privada do Brasil. Ainda assim, muitos de nossos leitores não conheciam essa gigante pelo nome até o momento em que ficaram sabendo da abertura de inscrições para o seu programa de trainee (aqui no VT, é claro!).

Por esse motivo, achamos que vocês iriam gostar de saber um pouco mais sobre o que a dona de marcas como a Friboi e Seara tem a oferecer para os seus trainees. E para isso nada melhor do que perguntar diretamente a um deles, não acham?

Daí que nós batemos um papo com Leonardo Pinho, trainee JBS da turma 2014. O Leo tem 24 anos, é formado em Zootecnia pela UFSC e estava de malas prontas para um job internacional nos EUA quando entramos em contato com ele! Confiram na entrevista.

 

Para começar, conta um pouco pra gente como foi a sua experiência ao longo da faculdade.

Durante o meu curso, eu tive a oportunidade de fazer um Work Experience, onde passei 4 meses trabalhando nos EUA para aperfeiçoar o inglês. Além disso, eu fiz Iniciação Científica sobre “Bem-estar animal na indústria Frigorífica” e estágio na área de produção de camarão, suinocultura e bovinocultura. No entanto, entre todas as minhas experiências, a que mais me direcionou para a escolha de me tornar um trainee foi a Empresa Júnior. Eu e mais alguns colegas do curso fundamos a primeira organização desse tipo na área de Ciências Agrárias da minha faculdade, onde também fui o primeiro presidente. Eu senti essa necessidade porque a instituição em que eu estudava era mais acadêmica, não era muito voltada para o mercado.

 

Zootecnia não é um curso comum no universo dos trainees (como ocorre com Engenharia ou Administração). Qual foi a sua estratégia para descobrir os programas que aceitavam a sua formação e também para escolher de quais iria participar?

Desde o início eu optei pela indústria de alimentos, e o meu foco era no setor de proteína animal, então eu me inscrevi em 5 programas com base nesse critério. Um outro ponto que eu busquei observar foi o de analisar se a oportunidade era para a Indústria ou para a área de Vendas, pois eu só queria mesmo atuar na Indústria.

 

A partir daí, como você foi afunilando a sua escolha até descobrir que queria trabalhar na JBS? O que te conquistou no processo seletivo e como esse sentimento se confirmou no dia a dia como trainee?

Eu lia muito sobre as empresas e, à medida que os processos foram avançando, as apresentações foram dando uma visão mais clara de cada uma delas, e a JBS apresentou alguns diferenciais que me chamaram muito a atenção.

Em primeiro lugar, desde a primeira fase presencial, eles tiveram a preocupação de mostrar vídeos com trainees dando depoimentos diretamente do seu setor de atuação. E aí quando você vê o trainee falando exatamente onde você quer trabalhar, como no meu caso, que era na indústria, contando como foi a sua experiência… Isso me animou bastante! Então, na etapa seguinte, logo que a gente chegou, os diretores começaram a nos receber, antes do início das atividades, conversando assim num bate-papo informal mesmo, e deu pra ver que eles eram bem abertos e acessíveis, e eu me identifiquei muito com isso.

E aí, já como trainee, eu pude confirmar essa postura dos executivos da empresa. É que a gente ganha um padrinho. Cada um de nós é apadrinhado por um diretor, que é indicado apenas a um afilhado por vez. É um senso de pertencimento muito bom. O meu sponsor, como a gente chama, foi o diretor de RH, e eu tinha toda a liberdade de ligar direto na mesa dele, tanto pra falar sobre trabalho quanto sobre assuntos pessoais. Não é nada fechado, é um ambiente super aberto. Os diretores são muito próximos, vão para a planta, todo mundo fica conhecendo. Eu gosto muito dessa simplicidade!

 

E falando em simplicidade, soubemos que no programa você foi alocado em uma cidade bem pequena. Como foi essa transição e como tem sido a sua adaptação no interior?

Acho importante a pessoa ter bem claro na cabeça o que quer para si, para a sua carreira. Eu vou usar o meu exemplo: não é qualquer pessoa que está disposta a ir para um “interiorzão” dentro de Goiás com 15 mil habitantes, ainda mais quem vem de uma cidade grande, como é o meu caso, que sou de Florianópolis. Então tem que querer mesmo. Hoje eu sei que a minha escolha foi a melhor de todas. É um ramo com muita oportunidade e depois que eu entrei isso ficou mais claro ainda.

E bom, pessoalmente eu achei bem tranquilo: tanto de Florianópolis para Goiânia, que foi o primeiro local para o qual fui alocado, quanto de Goiânia para Mozarlândia, onde estou agora. Aliás, falo com toda a sinceridade que eu gosto mais da minha vida em Mozarlândia, pois eu gosto muito da praticidade do interior. Eu não suporto perder tempo no trânsito, e em Mozarlândia eu levo 7 minutos cronometrados para chegar no trabalho. Além de que o povo aqui é muito bom de se lidar, o pessoal no estado de Goiás como um todo é muito aberto e receptivo. Eu gosto dessa vida mais pacata!

 

Como foi o processo para definir quais trainees seriam selecionados para o job internacional? Como é esse programa?

Os diretores e o RH se baseiam no desempenho e também no projeto proposto por cada trainee. O meu foi sugerido pelo meu padrinho, e foi sobre Segurança do Trabalho. A Laura, outra trainee selecionada para o job, fez um projeto sobre Ergonomia, daí nós dois vamos para uma unidade da JBS nos EUA que é considerada a melhor nesses pontos, pra gente pesquisar como é lá e trazer melhorias para o Brasil.

 

E para finalizar, você teria alguma dica para os leitores que também querem se tornar trainees da JBS?

Primeiro de tudo, não ter vergonha de falar em público. O trainee tem que estar preparado para apresentar projetos e estar disponível para conhecer pessoas novas, com experiências diferentes da sua. Também é preciso ter o domínio do inglês, pois recebemos muitas visitas internacionais. E para fechar eu creio que ter tido experiências variadas durante a faculdade é bem importante.

 

As inscrições encerram no dia 01/09/2015. Só não vale deixar para a última hora, hein? Inscreva-se para o Trainee JBS 2016.

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